sábado, 14 de abril de 2012

Silas Malafaia analisa decisão do STF e afirma que dar e tirar a vida pertence a Deus

O pastor analisou teologicamente, cientificamente e juridicamente se mostrando contrário ao aborto de fetos anencéfalos




Silas Malafaia analisa decisão do STF e afirma que dar e tirar a vida pertence a Deus

Diante da autorização do aborto em caso de fetos anencéfalos, aprovado pelo Supremo Tribunal Federal, o pastor Silas Malafaia resolveu dar sua opinião analisando o caso não apenas como pastor, mas usando o ponto de vista científico e jurídico.

Malafaia crê que a vida começa na concepção e cita tanto o texto de Lucas 1:31 como também do Salmo 139 para comprovar que Deus participa de todo o desenvolvimento da vida fetal e que somente Ele pode dar e tirar a vida.

“Deus participou de todo o desenvolvimento da vida fetal. Dar a vida e tirá-la pertence a soberania de Deus. E como já falamos, todo indivíduo nasce para morrer, seja a um segundo após o parto ou com noventa anos de idade”.

No ponto de física científico, o pastor da Assembleia de Deus Vitória em Cristo explica que a mãeé o agente passivo na gravidez e que o bebê é o ativo. “Na gestação o agente passivo é a mãe, o ativo é o bebê que está dentro dela. É ele que faz cessar os ciclos da mãe, que regula o líquido amniótico, em ultima instância determina a hora de vir ao mundo e está protegido por uma capsula para não ser expulso como corpo estranho.”

Malafaia, que é formado em psicologia, diz também que o sofrimento que a mulher carrega por ter abortado é bem maior que o de carregar um feto anencéfalo por noves meses. Por isso, ele afirma que as marcas de um aborto podem durar por toda a vida.

Já no ponto jurídico ele é enfático em afirmar que o aborto é crime no Brasil e que o STF não poderia ter aprovado o processo, pois não cabe a eles, mas ao Congresso Nacional legislar. E não é apenas isso, Malafaia acredita que o ser humano está sendo tratado como uma “coisa”. “O ser humano está sendo coisificado. É uma “coisa” como qualquer outra coisa que possa ser descartada”, disse ele.

O pastor assembleiano não é o primeiro a se pronunciar sobre o caso, Ricardo Gondim usou o Twitter para falar a respeito, mas foi favorável alegando que a não há vida sem cérebro.

Leia o texto de Silas Malafaia na íntegra aqui.



Deputados evangélicos querem propor uma PEC para fechar “brechas” ao aborto

A ideia é definir que a vida começa na concepção para assim fazer o Estado proteger o feto desde o início da gravidez.


Deputados evangélicos querem propor uma PEC para fechar “brechas” ao aborto

Antes mesmo do Supremo Tribunal Federal (STF) votar favoravelmente a liberação do aborto em casos de gestação de feto anencefálo os parlamentares evangélicos já pensavam em uma forma de bloquear essa decisão.

Na quinta-feira (12) o deputado João Campos (PSDB-GO) chegou a declarar para jornais que ele a bancada que preside vão apresentar uma Proposta de Emenda Constitucional (PEC) para que fique claro que a vida começa na concepção.

“Vamos apresentar uma PEC que altera o artigo quinto da Constituição, incluindo as palavras “desde a concepção” na frase que determina que o direito a vida é inviolável” disse o evangélico. Com essa proposta o Estado passa a ter que proteger a vida do feto desde a concepção, não podendo então aprovar o aborto.

Mas esse não é o único objetivo dos parlamentares, João Campos também pretende solicitar ao presidente da Comissão de Constituição de Justiça, o deputado Ricardo Berzoini, dar prioridade para a PEC 3/2011. O texto do deputado Nazareno para que o Parlamento possa considerar sem efeito a decisão da Suprema Corte que possa ser interpretada como “nova lei”.

“Se o Supremo decidir mesmo permitir o aborto em caso de anencefalia, estará legislando. A lei só prevê o aborto em duas situações: em caso de estupro e quando a gestante corre o risco de morrer. Se permitir em casos de anencefalia, estará inventando uma lei”, disse Campos antes de saber o parecer final do STF.


Fonte: Globo


sábado, 3 de março de 2012

FARC fecha igrejas na Colômbia

Cristãos são vistos como ameaça para atividades terroristas

FARC fecha igrejas na Colômbia

Embora as Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (FARC) estejam diminuindo, não significa que estão paradas. Com a morte de vários líderes, relatórios recentes indicam que seus números caíram drasticamente. No seu auge, as FARC contabilizavam mais de 20.000 soldados, mas agora seu número não passaria de 8.000. Nessa busca pela recuperação de alguns territórios, muitas igrejas passaram a serem alvos.

Recentemente, os rebeldes impediram um trabalho evangelístico na região de La Macarena na Colômbia, confiscando rádios, Bíblias e livros cristãos. Eles também estão fechando as igrejas e queimaram os ônibus que tentavam entrar na área, relatou o escritório da Missão Voz dos Mártires.

Um dos missionários da Voz dos Mártires que trabalha na área informou que membros da organização guerrilheira pretendem levantar fundos para continuar mantendo seus grupos paramilitares em funcionamento. Para isso, se envolvem com tráfico de drogas, sequestros e outras atividades ilegais.

Como os cristãos se opõem abertamente às suas atividades, são vistos como uma ameaça. Há registros de que no ano passado as FARC mataram pelo menos cinco cristãos, mas os números reais provavelmente são maiores. A pressão não diminuiu em 2012 e os rebeldes já assassinaram um pastor e dois membros de sua família.

No entanto, a igreja continua crescendo em meio à perseguição. Em 1933, havia cerca de 15.000 evangélicos na Colômbia, mas em 2011, esse número oscila entre 3,5 e 5 milhões. Na Colômbia existem centenas de igrejas que não param de crescer. A Colômbia é um dos 50 países com maior índice de perseguição, segundo o relatório anual da Missão Portas Abertas.

Traduzido e adaptado de CBN e One News Now

quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012

Marco Feliciano contesta proposta de retirar a inscrição religiosa das notas de Real

O estado é laico, mas não é ateu, responde Feliciano ao procurador que quer retirar o Deus seja louvado das notas de real


Marco Feliciano contesta proposta de retirar a inscrição religiosa das notas de Real

O deputado federal, Pastor Marco Feliciano, em pronunciamento na Câmara dos Deputados pediu ao Procurador dos Direitos do Cidadão em São Paulo, Jefferson Aparecido Dias, que “deixe Deus em paz”. Jefferson Dias, enviará hoje para o procurador-geral da República, Roberto Gurgel, um ofício que questiona a manutenção da frase “Deus seja louvado” em notas de real.

O documento defende que pelo fato de o Estado brasileiro ser laico não poderia haver confluência entre religião e poder público. Questiona ainda ato normativo que possibilita inclusão da frase em cédulas brasileiras, que possuem a expressão com menção religiosa desde a década de 1980.

Em dezembro de 2011, Jefferson encaminhou requerimento para o Banco Central do Brasil (BC) solicitando informações sobre a inscrição religiosa nas notas. O BC criou um conselho de análise do tema, embora tenha respondido à contestação do Ministério Publico Federal (MPF) que a Constituição foi promulgada sob a proteção de Deus, o que não sugere anti-religiosidade, permitindo expressões dessa natureza.

“O referido jurista alega que a Nação Brasileira, é um Estado Laico, explico a Sua Excelência, que laico significa que não possui na sua Carta Magna, uma religião oficial, mas, no entanto, não se trata de um Estado Ateu, pois nossa Constituição foi promulgada sob a proteção de Deus. Com todo o respeito, senhor procurador, se for para fazer abstrações intelectuais deveria o senhor retirar a referência à Santa de seu próprio nome”, criticou Feliciano.

O deputado também iniciou uma campanha no Twitter, através do microblog Marco afirma que “O BRASIL é um país laico mas não é um país ateu, cremos em Deus” e pede que seus seguidores Retweet.

Referindo-se ao procurador, ele disse: “pasma-me muito (a interpelação) vir de alguém que tem formação religiosa. Tal enquadramento deveria vir de ateus, que até este momento estavam em silêncio e que com certeza irão reverberar o noticiado”, prevê.

Há dois anos, o procurador paulista ficou conhecido por criticar a presença de símbolos religiosos em prédios públicos. Jefferson Dias entrou com pedido de liminar na Justiça pela retirada dos símbolos, mas a ação foi indeferida.

Assista:

Padre chama evangélicos de otários por não acreditarem nos santos católicos

Para o religioso o protestantismo é orgulhoso por acreditar que é possível chegar à Deus sem intermediários


Padre chama evangélicos de otários por não acreditarem nos santos católicos

A adoração a imagens é uma das maiores diferenças entre cristãos católicos e protestantes e por causa disso, durante uma missa, o padre Paulo Ricardo de Azevedo Júnior, da Arquidiocese de Cuiabá (MT), disse que os evangélicos são “otários”.

“o principio protestante é um princípio orgulho é soberbo, o principio protestante é ‘eu não preciso o de ninguém eu vou pra Deus direto’”, ensina o religioso que diz que sua religião é humilde e que Deus quer que usemos os outros pecadores.

“E se Deus quer que você use os outros, as criaturas humanas frágeis, o que você faz otário?”, diz ele que confessa que beija a mão de outro padre mesmo sabendo que ele é pecador porque aquelas mãos são instrumentos de santificação.

O padre disse os protestantes repetem, babam e bufam, que Jesus é o único mediador. “Jesus é a único mediador, meu filho. Mas você já ouviu falar no Corpo de Cristo? O único mediador é o Corpo de Cristo, não é só a cabeça”, disse.

Em seu sermão ele tentava convencer de que o catolicismo está correto ao pedir para que os santos façam a intermediação de suas súplicas é o mesmo que pedir para o próprio Jesus. Ele diz também que os evangélicos falam que amam a Jesus, mas perseguem os católicos, falam mal da Virgem Maria e do Papa.

“Como é possível amar Jesus desse jeito? Vocês só amam o pedaço que vocês escolhem? Cadê o cristianismo bíblico que vocês pregam?”, diz o sacerdote que afirma que Maria age na salvação do mundo, porque Cristo está vivo e está vivo através da Igreja, o Corpo de Cristo que foi gerado por Maria.

Assista: